Unicamp sugere novo protocolo para detectar vírus da zika em placenta

  • 29/06/2020
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Unicamp sugere novo protocolo para detectar vírus da zika em placenta

Uma pesquisa desenvolvida na Unicamp, em Campinas (SP), promete auxiliar no diagnóstico do vírus da zika em casos de bebês que nasceram com microcefalia e a mãe não apresentou sintomas da infecção durante a gestação.

Em vez de analisarem uma única amostra da placenta, conforme orienta o protocolo do Ministério da Saúde, os cientistas estabeleceram um novo padrão com maior representatividade na coleta, e os resultados mostraram efetividade: em 14 amostras que testaram positivo, todas deram negativo no método atual.

Diante do cenário, os autores do trabalho sugerem ao Ministério da Saúde uma readequação do protocolo, pelo menos em centros e cidades com maior estrutura médica, para um retrato mais fiel dos casos envolvendo o zika.

De acordo com Maria Laura Costa do Nascimento, professora do departamento de Obstetrícia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, a testagem em placenta é essencial para o diagnóstico.

"A placenta é um local de persistência viral, mesmo meses depois da infecção. Muitas vezes a paciente tem poucos sintomas clínicos, e a janela para colher no sangue é pequena, e podemos perder a oportunidade do diagnóstico nesse momento", explica.

Coautor do trabalho, o professor José Luiz Proença Módena, do Instituto de Biologia da Unicamp, destaca que a ideia inicial era entender a dinâmica de infecção do vírus em diferentes regiões da placenta e eles viram que com uma maior amostragem, a capacidade de detecção do zika no órgão aumentou muito.      FONTE G1.

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